2007 - Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos

Para uma sociedade justa e coesa

Iniciativas de sensibilização com o objectivo de combater atitudes e comportamentos discriminatórios e informar os cidadãos sobre os seus direitos e obrigações.

Igualdade e diversidade

O «Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos» pretendeu sensibilizar a população para os benefícios de uma sociedade justa e coesa. Preconizou iniciativas de sensibilização que com o objectivo de combater atitudes e comportamentos discriminatórios, bem como informar os cidadãos sobre os seus direitos e obrigações. Inscreveu-se numa abordagem transversal do combate à discriminação e procurou assegurar a aplicação correcta e uniforme do enquadramento legislativo comunitário em toda a Europa, pondo em evidência os seus princípios essenciais e angariando o apoio activo do público à legislação em matéria de não-discriminação e de igualdade.

Lançamento

Em Berlim, a 30 de Janeiro de 2007, no âmbito da Cimeira da Igualdade.

Objectivos

  • Sensibilizar a opinião pública para o direito à igualdade e à não-discriminação
  • Fomentar um debate sobre os meios de aumentar a participação na sociedade
  • Celebrar e facilitar a diversidade
  • Lutar por uma sociedade mais coesa

Campanha

A campanha foi descentralizada, para alimentar o debate sobre a diversidade. Foram programadas centenas de actividades a nível local, regional e nacional:

  • Atribuição de prémios a empresas
  • Concursos nas escolas
  • Formação destinada à comunicação social
  • Reuniões e eventos
  • Campanhas de informação e promoção (logótipo, slogans, concursos, etc.)
  • Inquéritos e estudos à escala comunitária ou à escala nacional

Inquérito

Foi realizado um inquérito para preparar o Ano Europeu. Os resultados deste inquérito (Eurobarómetro em anexo), confirmam que os europeus são a favor de uma mudança e a favor da adopção de medidas destinadas a promover a igualdade de oportunidades para todos, nomeadamente no que diz respeito ao emprego. Mais de metade (51%) pensam que não se está a fazer o suficiente para combater a discriminação nos respectivos países.